Em Assassin’s Creed Valhalla, há um personagem cuja descrição de suas características físicas diz o seguinte:
“Tendo se queimado horrivelmente em um acidente na infância, Eorforwine é aterrorizada pela ideia de que alguém verá seu rosto desfigurado. Ela revive sua fúria com explosões de violência”.
Essa descrição acabou criando uma grande polêmica nas redes sociais, cuja discussão sobre o termo “rosto desfigurado” foi levantada por Courtney Craven, fundadora do site de acessibilidade de jogos “Can I Play That?” (“Posso Jogar Isso?” em tradução livre).
“Eu não incluí isso nas minhas impressões sobre Assassin’s Creed Valhalla, mas é importante citar. Essa é a descrição de um personagem no jogo. É absolutamente inaceitável falar sobre diferenças faciais dessa forma. Escritores de video games e semelhantes precisam fazer melhor”.
Ciente do problema e do tuíte em específico, a Ubisoft respondeu Courtney garantindo que trabalhará em uma pequena atualização para alterar a descrição do personagem.
“Muito obrigado por apontar isso – nos desculpamos por termos reforçado capacitismo involuntariamente através dessa linguagem. Iremos remover essa linguagem em uma atualização futura”.
Partindo da Noruega, por meio de guerras infinitas e com recursos cada vez mais escassos durante o século IX d.C., os jogadores conduzirão o clã nórdico de Eivor através do gelado Mar do Norte até as ricas terras dos reinos controlados pela Inglaterra. Será preciso estabelecer um novo destino para seu clã, batalhando ao implacável estilo de luta dos guerreiros vikings, apresentados no jogo a partir de um sistema de combate renovado, que inclui a capacidade de manejar duas armas ao mesmo tempo, e enfrentar a maior variedade de inimigos já vista na série. Com poucos recursos à disposição, os jogadores irão liderar ataques a qualquer local promissor que encontrarem no litoral utilizando seus barcos e adquirindo riquezas. Conforme os vikings se estabelecem em novos lugares, encontram a resistência dos saxões, como o rei Aelfred de Wessex. Contra todas as probabilidades, Eivor deve fazer o que for necessário para manter Valhalla ao seu alcance.