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Apesar de uma certa aversão pelo gênero de super-heróis, Alex Proyas, diretor de clássicos como O Corvo (1994) e Eu, Robô (2004), saiu em defesa de Milly Alcock após o fracasso comercial de Supergirl (2026).

Em uma discussão no Facebook, embora o diretor deixe claro que não costuma defender filmes de heróis, ele reconhece que os comentários maldosos a respeito da intérprete de Kara Zor-El são “repugnantes”, especialmente em relação à aparência da estrela.

“Esses ataques a Milly Alcock são repugnantes. Longe de mim defender qualquer porcaria da franquia de heróis de capa, muito menos uma fracassada, mas isso não é sobre o filme. É sobre esse ser humano. Ela foi submetida não apenas a uma indignação ideológica fabricada, mas ao reflexo mais antigo e feio de um fã-clube: comentários intermináveis sobre sua aparência. Grande parte disso vem de fãs que confundem direito com crítica.”

Proyas continua, lamentando que outras mulheres estão se juntando aos discursos maldosos direcionados à atriz:

“Mais deprimente ainda é ver algumas mulheres se juntando a esses comentaristas e jogando lenha na fogueira. É notável que qualquer jovem artista sobreviva a essa cultura midiática doente com graça, quanto mais com alguma elegância. Eu gosto dela. Meu joinha.”

Peter Safran, um dos co-CEOs da DC Studios, já deixou claro que o retorno comercial de Supergirl não afetará os planos a longo prazo da franquia liderada por James Gunn.

Alcock, na verdade, está atualmente trabalhando na produção de Homem do Amanhã (2027), próximo filme da Saga do Superman que chegará aos cinemas em julho do próximo ano.

Enquanto isso, o filme da heroína, dirigido por Craig Gillespie (Cruella) e roteirizado por Ana Nogueira, segue em cartaz nos cinemas.

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Fonte: CBR.



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