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Dos filmes aos jogos e dos jogos ao mundo das séries, Alien: Earth chega como a mais nova adição para a atemporal franquia iniciada por Ridley Scott em 1979, apresentando o que podemos considerar como a maior atualização em anos do universo.
Lançada no último dia 12 de agosto no Disney+, o show ambientado cerca de dois anos antes dos eventos do longa original, traz semelhanças sutis ao mundo já estabelecido, ao focar em conceitos que chegam para inovar, ao invés de reaproveitar uma fórmula já conhecida.
Série evolui em conceitos de suas espécimes

Embora os Xenomorfos sejam a maior representação de Alien até os dias de hoje, é raro vermos produções do mesmo universo focarem em conceitos que vão para além das criaturas mortais.
A série da franquia chega para mudar este cenário, se propondo à apresentar uma humanidade avançada em meados do ano 2120, capaz de criar múltiplas espécimes, a partir de experimentos de DNA que podem resultar em mutações diversas.
Além das outras dezenas de criaturas que são vistas a bordo da nave Maginot vistas no episódio de estreia de Earth (2025), o show de Noah Hawley se aprofunda no conceito dos Facehuggers.
Os Facehuggers seriam a segunda etapa no ciclo de vida de um Xenomorfo. Vindos ao mundo a partir de Ovomorfos, as criaturas são reconhecidas por sua familiaridade com aranhas-caranguejos.
Elas possuem 8 pernas que, ao encontrarem em contato com uma forma humana, elas se agarram ao rosto da vítima e enrola seus pescoços com sua grande cauda. Isso para que eles possam implementar um embrião e criar uma nova espécime em hospedeiros.
O foco, no entanto, está longe de ser destinado apenas aos Facehuggers, já que em flashbacks apresentados no episódio 1, vemos que outras criaturas abrigadas na nave, também conquistam seu espaço.
Novas criaturas apresentadas à franquia
Entre as mutações que serão exploradas a partir de Alien: Earth, podemos citar os T. Ocellus, parecidos com águas-vivas, os A T. Ocellus, criaturas semelhantes a Carrapatos e até Plantas Mutantes.
Os “Carrapatos”, por exemplo, causam terror imediato entre os tripulantes da Maginot logo após sua queda nas proximidades da Terra, provando-se tão ameaçadoras quanto outras criaturas já vistas.
Os A T. Ocellus, por sua vez, agem como parasitas e se infiltram facilmente no cérebro humano, sendo capazes de controlá-los como uma espécie de marionete, ou tirar vidas, caso queiram.
Insetos mutantes também são avistados durante a trama do 2º episódio da série, sendo capturados por soldados da Prodigy, para que possam ser estudados mais tarde.
Todas elas expandem a biologia do universo para além dos Xenomorfos e dos Facehuggers, elevando o nível de horror da franquia e do que elas são capazes de fazer com meros hospedeiros à vista.
Os conceitos serão abordados e desenvolvidos ao decorrer da trama de Alien: Earth, mas já prova ser a maior atualização na cadeia trófica do universo em anos.
Os episódios inéditos da série serão disponibilizados no Disney+ às terças-feiras, enquanto os dois primeiros capítulos já se encontram disponíveis no catálogo do streaming.
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