Graças ao artigo publicado com exclusividade pelo The Hollywood Reporter, detalhes por trás da problemática produção de Aquaman 2: O Reino Perdido foram disponibilizados.
De acordo com fontes consultadas pelo site, a terceira rodada de refilmagens na Nova Zelândia, envolvendo tanto Jason Momoa quanto Patrick Wilson, se encerrou em junho. Trata-se de um número quase inédito em Hollywood, mesmo para um filme dessa envergadura.
Assim como The Flash, que arrecadou apenas US$ 267 milhões ao redor do mundo, O Reino Perdido passou pelas mãos de três regimes diferentes na Warner Bros. Discovery.
O sinal foi dado por Toby Emmerich e o ex-líder da DC Films Walter Hamada (ambos já estão fora da companhia), e depois enfrentou primeira rodada de refilmagens, no mandato dos atuais chefes da Warner Bros. Film Group, Michael De Luca e Pam Ambdy.
Fontes dizem que, em determinado ponto, Abdy adotou uma forte postura criativa e se envolveu na edição de um corte. No entanto, quando essa versão foi testada, obteve pontuação menor do que a anterior.
Apesar das diferentes visões dos executivos, não está claro quais eram os problemas, mas uma fonte aponta que a questão subjacente da clareza da história tem sido uma preocupação contínua.
Isso causou a segunda rodada de refilmagens, causando inclusive um efeito negativo na participação do Batman.
Hamada queria que a versão de Michael Keaton fosse semelhante ao Nick Fury de Samuel L. Jackson: um estadista mais velho que poderia aparecer em vários filmes.
Abdy e DeLuca, por outro lado, convidaram Ben Affleck para uma participação especial como Bruce Wayne, substituindo Keaton (que já havia gravado sua cena).
O corte mais recente não apresenta nenhuma versão do Cavaleiro das Trevas, já que James Gunn e Peter Safran, da DC Studios, não querem prometer um universo que não se concretizará nos próximos anos.
“Foi bem caótico”, disse uma fonte.
Não está claro como a transição de Safran de produtor para chefe de divisão “mudou a sorte” do filme. Os cineastas estavam decepcionados pelo processo de pós-produção aparentemente interminável e pontuações negativas nas exibições.
Gunn, então, decidiu entrar em cena, e além de aprovar a terceira rodada de refilmagens, teria uma influência maior na edição.
O período adicional correu tão bem que James Wan e companhia completaram tudo em apenas quatro dias.
Além disso, há a sensação de que, pelo fato da Warner estar disposta a continuar investindo no filme para torná-lo melhor, mostra que os executivos tem fé no sucesso comercial.
O orçamento inicial era estimado em US$ 205 milhões. Naturalmente, as refilmagens e adiamentos impactaram diretamente, e esse número é muito maior agora (apesar de não ter sido revelado no artigo).
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Quando um poder ancestral é liberado, Aquaman deve forjar uma aliança incômoda com um aliado improvável para proteger Atlântida e o resto do mundo de uma devastação irreversível.
De acordo com James Wan, a ideia era visitar “belos novos mundos estranhos, sob a perspectiva de personagens interessantes”.
Trata-se de “uma história de ação e aventura, focada no relacionamento de irmãos entre Arthur e Orm.”
Aquaman 2: O Reino Perdido chegará aos cinemas em 20 de dezembro, com James Wan na direção.
O elenco principal do longa traz Jason Momoa, Amber Heard, Patrick Wilson, Yahya Abdul-Mateen II, Nicole Kidman, e Willem Dafoe.
Na equipe dos recém-chegados, por outro lado, temos Jani Zhao (Jogo Duplo) como Stingray, Indya Moore (Pose) como a vilã Karshon, e Vincent Regan (Sequestro no Espaço) como Atlan, antigo governante de Atlântida.






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