
Grande parte dos fãs do DCEU ficaram desapontados com a versão final de Liga da Justiça que chegou aos cinemas, principalmente pela saída de Zack Snyder e chegada de Joss Whedon durante as gravações, algo que alterou quase tudo o que havia sido feito e planejado para o longa. O resultado dessas grandes alterações foram, não só o descontentamento dos fãs, mas também péssimas críticas e um fracasso em bilheterias.
Um dos maiores críticos do filme é o próprio artista Jay Oliva, que trabalhou nele e também já dirigiu várias animações da DC. Oliva revelou, em entrevista ao ComicBook, que teria havido uma grande diferença no último ato do filme se Snyder tivesse tido a palavra final.
“Eu fiz desde o momento em que eles chegaram ao reator nuclear, todo o caminho até o final da luta. Há algumas coisas que quando eu assisti o filme eu fiquei ‘Bem, o que aconteceu com isso?’, porque eu estava realmente ansioso para vê-lo já eu tinha feito algumas coisas. Eu tentei superar o que eu tinha feito com Superman. Quando ele volta, eu tinha feito algumas coisas realmente loucas como Superman um pouco desequilibrado.”
Um “Superman desequilibrado” soa como uma grande mudança em relação ao que vimos no filme. Com Superman sendo trazido de volta à vida e lutando contra a Liga antes de retornar para ajudá-los, parece que os planos originais foram drasticamente alterados.
Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne convoca sua nova aliada Diana Prince para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.