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Em um ano de reestruturação para a Ubisoft, Assassin’s Creed Black Flag Resynced desponta como um lançamento importante para a companhia. No entanto, talvez tenha sido atingindo com a primeira controvérsia.
De acordo com a equipe criativa, a Lâmina Oculta não poderá mais ser utilizada como uma arma independente.
A mudança foi explicada pelo diretor criativo Paul Fu durante uma sessão de perguntas e respostas no Reddit. “As espadas duplas são as principais armas que Edward usará em batalha. A Lâmina Oculta não é uma arma selecionável, mas sim uma finalização fatal, contextual (e sangrenta!), ativada quando você quebra a defesa do oponente”.
Fu acrescentou que a nova abordagem torna a icônica arma da franquia em uma peça mais integrada ao fluxo do combate, ao contrário do original. “Isso faz com que a execução seja uma parte crítica do combate momento a momento, algo que não era o caso anteriormente.”
A justificativa, no entanto, não foi bem recebida pela comunidade, acumulando dezenas de votos negativos, com fãs classificando a mudança como decepcionante e pedindo que o recurso clássico seja reintegrado.
O remake não contará com modo multiplayer ou conteúdos adicionais lançados originalmente como DLC. A ausência de Freedom Cry chamou atenção. A expansão adicionava cerca de 15 horas de jogabilidade e trazia uma narrativa própria muito elogiada.
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Assassin’s Creed Black Flag Resynced acompanha a história do carismático Edward Kenway em suas aventuras pelo Caribe do século XVIII, com parkour nas cidades e batalhas em alto-mar, em busca de fortuna e glória.
O lançamento acontecerá em 9 de julho para PlayStation 5, Xbox Series e PC.
Fonte: Reddit






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