O autor Charlie Higson, que escreveu uma série de livros da franquia 007 intitulada Young Bond, criticou duramente a fase de Daniel Craig interpretando o icônico espião James Bond, e detonou 007: Sem Tempo Para Morrer.
Em entrevista ao The Sunday Times, Higson comentou sobre suas impressões sobre o mais recente filme da franquia 007. O autor questionou as decisões criativas tomadas durante a era em que Daniel Craig interpreta Bond, afirmando que Missão: Impossível está mais próximo do que Bond deveria ser.
“Fui ver Sem Tempo Para Morrer com meu filho mais velho, Frank, que tem 30 anos, e ele disse: ‘Parecia um filme do Bond feito por pessoas que têm vergonha de fazer um filme do Bond’. Você precisa assistir dois filmes anteriores para saber quem é que e você pensa ‘F**a-se isso”.
“Façam uma nova missão a cada filme e deixem que ela seja o Bond. Eles complicaram demais. Os melhores filmes de 007 hoje em dia são os filmes de Missão: Impossível. Não há nada muito profundo, é apenas, ‘Uau! Olhe para aquele prédio – eu adoraria escalá-lo e explodir as coisas.’”
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007: Sem Tempo Para Morrer se tornou um dos principais sucessos do período da crise mundial de saúde, arrecadando US$ 774 milhões.
Na trama, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Seu período de paz é curto, pois seu velho amigo da CIA, Felix Leiter, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado pode ser mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond para a trilha de um misterioso vilão armado com uma tecnologia perigosa.