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A Lionsgate, um dos principais estúdios de Hollywood, está no centro de uma controversa decisão sobre o embargo de críticas de seu próximo filme, Bailarina: Do Universo de John Wick. A crítica de cinema Courtney Howard, em uma série de publicações no X (antigo Twitter), revelou o que classificou como uma prática “antiética”: reações iniciais só são permitidas se forem positivas.

Segundo Howard, a distribuidora teria imposto um embargo que permite apenas reações “positivas” ou “brilhantes” ao filme em um primeiro momento, enquanto as críticas desfavoráveis seriam barradas. “A notificação de embargo de Bailarina é absolutamente antiética: um embargo só para reações negativas?! Apenas reações positivas são aceitáveis?!”, questionou a crítica, instando seus colegas a não serem “cúmplices dessa palhaçada”.

A prática, de acordo com Howard, não é o padrão da indústria e pode comprometer a integridade da crítica cinematográfica. Ela argumenta que, ao restringir as publicações, o estúdio cria um ambiente onde críticos podem se sentir pressionados a emitir elogios para não terem seu acesso comprometido. “Isso não é crítica de cinema! Vocês estão fazendo um desserviço a si mesmos”, enfatizou.

A decisão da Lionsgate levanta questionamentos sobre a transparência e a liberdade de expressão na crítica. Howard sugeriu que, se o estúdio está receoso com reações negativas, o ideal seria padronizar a data de liberação para mídias sociais e para as críticas completas. Além disso, a crítica apontou que essa estratégia pode, paradoxalmente, prejudicar a percepção das reações genuinamente positivas. “E agora o que acontece com as pessoas que genuinamente, realmente amaram/gostaram de Bailarina? Suas reações positivas são anuladas”, concluiu.

Quando a estreia acontece?

Bailarina: Do Universo de John Wick chega aos cinemas brasileiros em 4 de junho.

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Fonte: Courtney Howard



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