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Diretores de Batgirl, Adil El Arbi e Bilall Fallah admitiram que tentam olhar para a situação do cancelamento pelo “lado positivo”.

Apesar da decepção, os dois já disseram que não guardam mágoas, e trabalhariam na DC Studios novamente caso fossem convidados.

“Isso é algo que nunca aconteceu antes. Então, nós meio que entramos para a história do cinema sem sequer tentar!”

Questionados se teriam algum tipo de material “ilegal” do filme, Arbi e Fallah responderam:

“Não, não temos nada (do filme). Adil me ligou e disse: ‘Vá em frente! Grave tudo no seu celular!’ Quando entrei no servidor… Tudo se foi. Ficamos (tipo)… ‘Mas que m*rd*!’ Nós não conseguimos nem mesmo manter as cenas do Batman.”

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Na época do cancelamento de Batgirl, houve uma enorme controvérsia, justamente por ser uma decisão atípica em Hollywood. De qualquer forma, David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, não voltou atrás.

O estúdio justificou esse cancelamento por motivos estratégicos, tendo em vista que enxergaram a necessidade de corrigir o rumo da DC.

Considerando que o longa-metragem foi produzido visando um lançamento exclusivo para streaming, foi avaliado que não valia a pena gastar mais para levá-lo aos cinemas, e nem se justificava pagar impostos para lançá-lo na HBO Max.

Batgirl teria Adil El Arbi e Bilall Fallah (Bad Boys para Sempre) como diretores, enquanto Christina Hodson (Aves de Rapina) foi a autora da versão final do roteiro.

Leslie Grace (Em Um Bairro de Nova York), Michael Keaton (Birdman), J.K. Simmons (Homem-Aranha), Brendan Fraser (A Múmia) e Jacob Scipio (Bad Boys para Sempre) estavam confirmados no elenco principal.