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No universo do Batman, poucos nomes carregam tanta história e polêmica quanto o Capuz Vermelho. Agora, Batman: Dark Patterns reescreve esse legado ao revelar que a temida Gangue do Capuz Vermelho existe desde os primórdios de Gotham, impondo um novo patamar de crueldade à criminalidade local.

A edição, escrita por Dan Watters com arte de Hayden Sherman, mostra Bruce Wayne nos primeiros anos de carreira investigando uma série de incêndios ligados a assassinatos grotescos. As pistas levam o Cavaleiro das Trevas ao bairro da Rookery, onde um corpo é encontrado dentro de uma máquina de lavar incendiada, uma assinatura que remete diretamente às práticas sádicas daquele grupo original.

Durante a caçada, Batman descobre que a encarnação contemporânea que ele enfrentou era apenas uma imitação, interessada em capitalizar o medo criado pelos fundadores. Esses “verdadeiros” Capuzes Vermelhos mergulhavam o rosto das vítimas em uma substância até a pele se dissolver, consolidando fama macabra que precede até mesmo os grandes clãs mafiosos Falcone e Maroni.

Paralelamente, a trama aprofunda o dilema psicológico do herói: seria tudo apenas pareidolia, a tendência de ver padrões onde eles não existem ou de fato uma conspiração que atravessa gerações? A Rookery fecha suas janelas ao Morcego, indicando que o terror imposto por essa “velha guarda” ainda domina o bairro.

O que é a Gangue do Capuz Vermelho?

Originalmente associada ao Coringa antes de seu mergulho nos químicos da ACE, a alcunha “Capuz Vermelho” ganhou inúmeras camadas ao longo das décadas. Nesta nova interpretação, o título pertence a um coletivo centenário que usou a violência extrema para demarcar território, inspirando gerações posteriores de criminosos, inclusive o próprio Palhaço do Crime e Jason Todd.

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Batman: Dark Patterns #7 já está disponível Para quem acompanha as investigações sombrias do início da carreira do Homem-Morcego, esta edição promete ser leitura obrigatória.

Fonte: Comicbook

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.