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Informações compartilhadas no site da Electronic Arts trouxeram detalhes sobre o sistema anti-cheat de Battlefield 6. Em vez de adotar uma solução pronta, como o Easy Anti-Cheat, trará uma ferramenta própria, chamada Javelin.
Não é algo surpreendente aos fãs da franquia, visto que está em uso há algum tempo. Ao mesmo tempo, exigirá ativação do Secure Boot nos PCs.
A editora apontou que o Secure Boot será exigido para proporcionar “segurança aprimorada”, além de dar suporte a novas funcionalidades anti-cheat.
Juntamente ao TPM (Trusted Platform Module), permitirá que o Javelin bloqueie trapaças que possam tentar se infiltrar no jogo durante o processo de inicialização do Windows.
A equipe interna da EA — chamada Battlefield Positive Play Team — implementará recursos próprios para combater trapaças.
A ideia é evitar:
- Cheats em nível de kernel e rootkits
- Manipulação e injeção de memória
- Spoofing e manipulação de ID de hardware
- Uso de máquinas virtuais e emulação
- Alterações no próprio sistema anti-cheat
Na realidade, o Secure Boot será uma exigência tão fundamental que qualquer tentativa de iniciar Battlefield 6 com esse recurso desativado nas configurações de UEFI/BIOS do jogador resultará em uma mensagem de erro informando que é necessário reativá-lo.
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Battlefield 6 está agendado para 10 de outubro no PlayStation 5, Xbox Series e PC, surgindo em colaboração entre quatro estúdios: DICE, Criterion, DICE Los Angeles e Electronic Arts Gothenberg.
Fonte: EA






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