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Com uma enorme lista de grandes franquias que receberão sequências nos próximos anos, incluindo Frozen 3 e 4, Toy Story 5, Zootopia 2, Avatar: Fogo e Cinzas e mais, Bob Iger, chefão da Disney, garante que estúdio não está priorizando continuações.

Admitindo a enorme dificuldade em produzir “novas propriedades intelectuais” de sucesso, o CEO da Casa do Mickey deixa claro os objetivos da companhia em uma nova teleconferência de resultados.

“Continuamos focados em criar novas propriedades intelectuais. Obviamente, isso tem grande valor para nós a longo prazo. Mas também sabemos que a popularidade das nossas franquias mais antigas continua de forma significativa, e as oportunidades de produzir sequências ou converter o que antes era animação para o live-action, como Moana, são simplesmente uma grande oportunidade para a empresa e apoiam nossas franquias. Então, eu não diria que temos uma prioridade. Nosso objetivo é lançar ótimos filmes que, no fim das contas, repercutam entre os consumidores.”

Iger também citou os esforços mais recentes da Marvel Studios, como Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (2025), dizendo:

“[…] pode-se argumentar que a Marvel continua explorando seu acervo de personagens em busca de propriedades originais. Mesmo que, por exemplo, já tenham havido filmes do Quarteto Fantástico antes. Nós meio que consideramos isso como algo original, porque estamos apresentando esses personagens a pessoas que não estão familiarizadas com eles.”

Este ano, a Disney já conseguiu emplacar enormes feitos em bilheterias nos cinemas, com produções como o live-action de Lilo & Stitch, que faturou mais de US$ 1 bilhão mundialmente.

O reboot de Quarteto Fantástico, por sua vez, já acumula mais de US$ 350 milhões globalmente, e tenta emplacar um valor que faça com que o filme se torne lucrativo para os cofres do estúdio.

Elio, outra propriedade inédita, também enfrentou dificuldades em sua exibição nos cinemas, tornando-se a pior abertura de um filme original da Pixar.

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Fonte: Variety.



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