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Considerado o primeiro grande blockbuster da Netflix, com orçamento estimado em US$ 90 milhões, ”Bright” teve uma péssima recepção da crítica internacional. Estrelado por Will Smith e Joel Edgerton, o longa-metragem vem sendo massacrado pelos principais sites norte-americanos, sendo considerado inclusive o pior do ano por muitos deles.

”Nem mesmo Will Smith pode salvar esse filme de ficção científica absurdamente ruim. Péssimas caracterizações, personagens risíveis e uma metáfora racial completamente estúpida.” – The Wrap.

”Bright prova que a Netflix consegue fazer blockbusters, mas não necessariamente bons blockbusters.” – The Verge

”Um grande e barulhento ‘conto’ de fadas que ama mais as balas do que a magia envolvida na trama.” – Collider

”Bright é como se alguém decidisse vomitar Harry Potter em um filme policial.” – News Times

”Bright é tão ruim que pode até servir como presente de Natal para os grandes estúdios de Hollywood.” – Forbes

”Nem mesmo Will Smith consegue salvar Bright. Filme se torna um dos maiores fracassos da Netflix.” – Vanity Fair

”Netflix tenta investir em blockbuster épico com Will Smith, mas resultado final de Bright está longe de ser empolgante.” – LA Times.

Vale lembrar que uma sequência já está em desenvolvimento, e contará com o retorno de Smith no papel principal.

Em um mundo futurista, seres humanos convivem em harmônia com seres fantásticos, como fadas e ogros. Mesmo nesse cenário infrações da lei acontecem e um policial humano (Will Smith) especializado em crimes mágicos é obrigado a trabalhar junto com um orc (Joel Edgerton) para evitar que uma poderosa arma caia nas mãos erradas.

A estreia acontece nessa sexta-feira (22).

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.