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Quando discutimos sobre jogos multiplayer com foco em serviço contínuo, como Marathon, a jogabilidade e o conteúdo pós-lançamento são fundamentais, mas nada disso funciona sem uma infraestrutura de rede sólida. Pensando nisso, a Bungie detalhou como pretende lidar com segurança e trapaças em seu próximo título competitivo.
A desenvolvedora adotará uma política rígida contra jogadores que utilizarem ou criarem cheats. “Qualquer pessoa identificada trapaceando ou desenvolvendo cheats será permanentemente banida, para sempre, sem segundas chances.”
Ainda assim, em casos de possíveis falhas na detecção, haverá um sistema de apelação disponível.
Entre as medidas técnicas destacadas estão servidores dedicados “totalmente autoritativos” para combate e saque, além de “novos sistemas de rede” projetados para garantir que movimentação e ações sejam responsivas, enquanto o servidor rastreia cuidadosamente cada projétil até o alvo, mesmo em situações de alta perda de pacotes.
Ferramentas ilegais como wall hacks e reveladores de loot também serão combatidas com o uso de um sistema de “Fog of War”, que limita as informações visíveis ao jogador. Além do tradicional software anti-cheat BattlEye, a empresa afirma ter “reconstruído toda a estrutura de segurança do zero”.
Jogadores que forem desconectados durante uma partida terão a opção de reconectar. Caso isso não seja possível “devido a um problema com o servidor ou infraestrutura de rede da Bungie”, o equipamento inicial será devolvido ao usuário.
“Estaremos monitorando constantemente o jogo em tempo real e faremos atualizações frequentes e investimentos em nossas tecnologias de rede e medidas de segurança”, completou.
O lançamento está confirmado para 5 de março no Xbox Series X/S, PlayStation 5 e PC.
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Fonte: Bungie






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