A polêmica cobrança da Netflix por compartilhamento de senhas é considerada como positiva para a empresa, que diz ter demorado para tomar tal atitude administrativa.
Enquanto falava na UBS Global Technology, Media & Telecom Conference (via Deadline), o CEO da empresa, Ted Sarandos, disse que se tivesse tomado essa atitude antes, os consumidores do serviço já estariam acostumados com a cobrança, e veriam valor nela.
“Parece muito com a maneira como você gerencia um aumento de preço. Os consumidores não vão adorar isso logo de cara, mas precisamos mostrar a eles por que eles devem ver valor nisso.“, disse Sarandos.
Sarandos admitiu que a empresa, agora com 25 anos de existência, “passou muito tempo ignorando” o compartilhamento de senhas, e isso fez com que ela perdesse uma grande quantia em dinheiro.
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CEO da Netflix, Reed Hastings confirmou ainda em abril, que um plano econômico com anúncios estava a caminho. Na época, o executivo citou exemplos de HBO Max e Hulu como bem-sucedidos entre espectadores norte-americanos.
Trata-se de uma tendência entre plataformas de streaming, visto que o mercado ficou muito competitivo.
Outra empresa que também aderiu a esse modelo de assinatura foi o Disney+. Há até a intenção de trazê-lo ao Brasil a partir do próximo ano.
No plano básico, a maioria dos conteúdos será interrompida pela exibição de anúncios. A exceção fica por conta dos lançamentos de grandes filmes, como Glass Onion: Um Mistério Knives Out.
No Brasil, o valor é de R$ 18,90 por mês e dá direito ao usuário conferir a programação do serviço de streaming com qualidade máxima de 720p/HD, e com uma média de 4 a 5 minutos de anúncios exibidos por hora.






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