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Mesmo com grandes lançamentos pela frente, incluindo Homem-Aranha: Um Novo Dia, Supergirl e Vingadores: Doutor Destino, a suposta “fadiga de super-heróis” continua dividindo opiniões na indústria cinematográfica.
O gênero realmente perdeu seu domínio absoluto de alguns anos atrás, mas ainda está longe de perder relevância. De acordo com Peter Safran, co-CEO da DC Studios, o problema nunca foi o excesso de adaptações de quadrinhos nas telas.
Na óptica do executivo, o verdadeiro desafio está na qualidade das produções.
“Eu nunca senti que existe essa fadiga de super-heróis. Na verdade, acho que existe fadiga de filmes medíocres”, explicou ao Associated Press.
E a intenção do estúdio é que a aventura solo da prima do Superman cause um efeito positivo.
“Você precisa tentar algo novo. Precisa mudar um pouco o jogo. A história essencial na qual Supergirl se baseia é muito legal e original, algo que ainda não vimos antes,” completou.
A estreia está agendada para 25 de junho no Brasil.
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Quando um inimigo inesperado e implacável surge, Kara Zor-El (Milly Alcock) é forçada, contra sua vontade, a se unir a uma companheira improvável. Juntas, embarcam em uma jornada cósmica épica onde a vingança e a justiça estão em jogo, e a protagonista deve confrontar suas origens para encontrar seu próprio caminho como heroína.
Fonte: AP