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Como vimos em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, a Wanda (ou Feiticeira Escarlate) simplesmente varreu o time dos Illuminati. E uma das mortes mais assustadoras foi a do Raio Negro, já que a cena foi bem pesada.

Agora, Julian Foddy, o chefe de efeitos visuais do filme, falou como foi o processo:

‘Para o Raio Negro, tudo começa com Wanda selando sua boca, ou melhor, removendo sua boca. Fizemos isso criando uma textura a partir da fotografia do ator. Então, para criar a explosão sônica que volta para sua cabeça, destruindo seu cérebro antes de quebrar a parte de trás do crânio, fizemos praticamente como se fosse real.

Todos olhamos para faces humanas em túneis de vento e a quantidade de ondas que isso faz em suas bochechas. E pensamos que seria impossível fazer isso com 24 frames por segundo. Então, a equipe mudou a timeline no Houdini e trabalhamos em algo como 120 frames por segundo. Eu penso que foi uma tarefa bem difícil, mas que valeu a pena, trouxe resultados interessantes e meio nojentos’

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Em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange, e seu parceiro Wong, continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.

O filme se conecta com a série do Disney+ WandaVision e tem relação também com Loki. O longa pertence a Fase 4 do Universo Cinematográfico Marvel onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda, que vive isolada desde os eventos da série solo.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura está disponível em IMAX no Disney+, com direção de Sam Raimi (Homem-Aranha).



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