
No sábado, Chris Evans foi para a Salt Lake City Comic Con e confirmou que o conflito entre o Capitão América e o Homem de Ferro começará com os acordos com o governo. Esses acordos acontecem depois da batalha de Sokovia, pois os governos começam a temer as ações dos Vingadores e querem supervisionar os heróis. Evans até admitiu que concordou com o ponto de vista do Homem de Ferro ao ler o roteiro de Guerra Civil pela primeira vez.
“Tony realmente acredita que os heróis devem assinar esses acordos e reportar tudo a alguém. Já o Capitão, que sempre foi um soldado, não confia mais no governo. Visto tudo que aconteceu em Capitão América 2, ele acha que está mais seguro agindo por conta própria. E estas são preocupações compreensíveis e isso é duro, porque depois de ler o roteiro, você pensa muito sobre isso. A primeira vez que eu li, eu concordei com Tony na mesma hora, para fazer tudo funcionar, é preciso um grupo. Não pode ter apenas uma pessoa dizendo que isso é certo e apontando o que iremos fazer.”
“Porém, o Capitão tem suas razões, ele é um bom homem e talvez seja o mais puro moralmente. É algo complicado. É o que faz o filme ser interessante, a ideia é passar a sensação de que ninguém está certo e ninguém está errado. Não há um lado ruim aqui. Ambos temos um ponto de vista, o que é o que acontece na maior parte das discussões da vida e da política.”
Capitão América: Guerra Civil parte de onde Vingadores: Era de Ultron parou e terá Steve Rogers liderando sua nova equipe de Vingadores que luta para proteger a humanidade. Após um outro incidente internacional envolvendo os Vingadores, os efeitos colaterais geram uma grande pressão política para criar uma força governamental que determine quando usar os serviços do grupo. O novo status quo divide os Vingadores enquanto tentam proteger o mundo de um novo e nefasto vilão”.




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