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Christopher Nolan afirmou que o público jovem rejeita produções criadas por ferramentas de inteligência artificial de baixa qualidade. O diretor compartilhou sua visão sobre o avanço da tecnologia na indústria cinematográfica durante entrevista ao Telegraph.
O cineasta utilizou a reação dos próprios filhos como exemplo prático desse comportamento na internet: “O julgamento em relação ao conteúdo artificial foi imediato e severo. Eles percebem muito rapidamente o que aquilo realmente é — e é muito mais fácil para eles identificarem, porque isso cresceu num mundo online que eles conhecem extremamente bem.”
Para Nolan, a facilidade da Geração Z em identificar o chamado AI slop funciona como um sinal encorajador para o futuro da arte. O comportamento indica que os jovens desenvolveram um filtro natural para diferenciar o esforço humano de materiais gerados em massa por algoritmos.
Atualmente, o profissional trabalha na divulgação de seu próximo projeto focado na clássica história homérica. A Odisseia chega aos cinemas do Brasil em 16 de julho.