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Estreando hoje, 13 de julho, no Brasil, Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um teve sua nota do CinemaScore revelada. Trata-se de um “A”, a melhor da franquia.

O longa-metragem igualou Missão: Impossível – Efeito Fallout.

Para efeito de comparação:

  • Missão: Impossível (1996): B+
  • Missão: Impossível 2 (2000): B
  • Missão: Impossível III (2006): A–
  • Missão: Impossível – Protocolo Fantasma (2011): A–
  • Missão: Impossível – Nação Secreta (2015): A–
  • Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018): A

A certificação Fresh no Rotten Tomatoes aconteceu com 96% de aprovação, após 271 avaliações.

O consenso da crítica diz: “Com ameaças de nível mundial em jogo e cenários épicos para combinar com esse título enorme, Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um prova que esta ainda é uma franquia que você deve escolher aceitar.”

Sua nota média, enquanto isso, ficou em 8/10.

Leia mais sobre Missão Impossível:

Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1 está agendado para 13 de julho no Brasil.

Além de Tom Cruise, outros integrantes do elenco principal incluem Hayley AtwellPom KlementieffVanessa KirbyEsai MoralesRebecca FergusonSimon Pegg e Ving Rhames.

Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em sua missão mais perigosa até agora: rastrear uma nova arma que ameaça toda a humanidade, antes que caia nas mãos erradas. Com o controle do futuro e o destino do mundo em jogo, e as forças sombrias do passado de Ethan se aproximando, uma corrida mortal se inicia.

Confrontado por um inimigo misterioso e poderoso, Ethan é forçado a considerar que nada pode importar mais do que sua missão – nem mesmo a vida daqueles com quem ele mais se importa.

Do que se trata a produção?

Estima-se que seu orçamento tenha superado US$ 290 milhões, algo muito acima do planejado originalmente. O mais impressionante é que já estão sendo descontados os incentivos fiscais substanciais que a produção foi capaz de alavancar para controlar os custos.

Para efeito de comparação, Missão: Impossível — Efeito Fallout, de 2018, custou US$ 190 milhões.‎

Ao todo, foram sete paralisações, e um início muito turbulento na Itália, um dos países mais afetados pela crise de saúde na Europa.



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