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Em 2001, a Marvel Comics iniciou a linha Ultimate, publicada como Marvel Millenium no Brasil, seu conceito era simples: reimaginar os maiores heróis da editora, de forma simples para novos leitores, sem o peso de anos de cronologia. Porém, ao longo dos anos, o Universo Ultimate começou a acumular sua própria cronologia, e seu motivo primário de existência já não fazia tanto sentido. Dessa forma, a linha precisou evoluir para se tornar algo diferente: um laboratório de ideias.

E foi por isso que, após 10 anos à frente do título Ultimate Spider-Man, o escritor Brian Michael Bendis resolveu fazer o impensável: matar o Homem-Aranha. Mas isso não significaria o fim do título na linha Ultimate, já que Bendis logo em seguida encaixou a segunda parte de sua experimentação: um novo Homem-Aranha.

Ao lado dele, tínhamos Sara Pichelli, a artista que cocriou Miles ao lado de Bendis. Como sabemos, Miles acabou se tornando gigante, mesmo tendo sido criado há tão pouco tempo, estrelando filmes do Aranhaverso e ganhando games. Porém, Sara revelou que não ganha um centavo disso.

Em conversa com o Jamesons, Sara diz: “Eu não ganho nada. E essa é a parte mais triste da minha vida”

O site pergunta especificamente se ela ganha algo dos produtos, jogos e filmes, mas ela diz que não e que se ganhasse, já estaria “biolionária”.

E, na mesma hora, a quadrinista aceita uma campanha online para que isso seja mudado. Bem, aqui estamos ajudando a divulgar e fazer com que esta injustiça seja revertida.

ATUALIZAÇÃO:

Em uma postagem no Instagram, Sara Pichelli nega que reclamou dos royalties, escrevendo o seguinte:

“Vi uma manchete sobre mim dizendo algo sobre royalties do Miles, que foi escrita após uma entrevista aqui na CCXP. Quis deixar pra lá, mas como muitos de vocês estão me mandando mensagens, quero esclarecer tudo. Aquela manchete é uma notícia vergonhosa feita só pra chamar clique. Quem escreveu distorceu completamente o tom da nossa conversa, que foi descontraída e irônica. E além disso, foi só uma parte minúscula da entrevista — eu não estava reclamando, nem bravo, só comentei algumas coisas sobre a indústria.

Eu sei que royalties e direitos autorais são assuntos polêmicos, mas, por favor, não usem meu nome ou meu trabalho pra tomar partido ou falar besteira. Eu não vou permitir isso. E mais: quando um criador dá uma entrevista durante um evento (e a CCXP estava absurdamente lotada), está sendo generoso e gentil. Então, por favor, nunca usem isso como oportunidade pra criar conteúdo questionável só pra ganhar seguidores. Sejam melhores. Façam melhor.”

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Fonte: Jamesons

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.


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