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A Warner Bros. parece estar enfrentando problemas na esfera política, após sua decisão de engavetar o filme Coiote vs. Acme.

Depois do anúncio de que o estúdio havia desistido de vender o filme, tendo recusado propostas de Paramount, Netflix e Amazon, um o membro da câmara dos representantes dos Estados Unidos pelo estado do Texas, Joaquin Castro, foi às suas redes sociais afirmar que a decisão dos estúdios de descartar projetos prontos para evitar pagar tributos fiscais pode estar sujeita a uma avaliação mais minuciosa do governo.

Confira a publicação abaixo:

“Falei (e escrevi) ao DOJ [Departamento de Justiça] e à FTC [Federal Trade Commission] sobre esta tendência crescente e perturbadora na indústria do entretenimento. É anticompetitivo, anti-trabalhadores e predatório. Os reguladores deveriam rever o uso desta tática por uma empresa ao avaliar se devem processar para bloquear futuras fusões.”

Leia mais sobre Coiote vs Acme e a Warner:

Coiote vs Acme foi descartado pela Warner em estágios já avançados de produção.

Na trama, acompanharíamos Willy Coiote confrontando a Corporação Acme, levando a empresa ao tribunal com alegações de produtos defeituosos, sendo representado por um advogado humano. No processo, esse personagem enfrentará seu ex-chefe de escritório de advocacia.

Fonte: ComicBook.