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Chegando às telonas em breve, Coringa: Delírio a Dois pretende explorar um novo lado da insana mente do Príncipe Palhaço do Crime, e Todd Phillips justifica ideia de transformar filme em um musical.

Em conversa com o Entertainment Weekly, o diretor aborda a ideia do vilão finalmente “conhecer o amor” com Arlequina (Lady Gaga), o que muda completamente sua perspectiva da realidade.

“Arthur tinha problemas. Mas, há uma luz, uma beleza e um romance dentro dele. Foi algo com que Joaquin Phoenix e eu conversamos desde o início. Ele está fora de sintonia com o mundo. Mas há romance e música dentro dele. E o que acontece quando um cara que ouve música dentro de sua cabeça, encontra o amor pela primeira vez? Talvez essa música comece a sair. Seu problema no primeiro filme, fora os traumas de infância, é a severa falta de amor.”

Sobre o fato de produzir uma sequência, mesmo que alguns julgassem “desnecessário”, Phillips disse:

“Depois do primeiro filme, Joaquin e eu ficamos muito tristes. Tipo, muito tristes. Não queríamos que acabasse. Não só porque gostamos de trabalhar juntos, mas porque não queríamos deixar Arthur. Nós nos apegamos a esse personagem. Simplificando, era para passar mais tempo com Arthur.”

Após as críticas mistas, projeções apontam que a sequência deve arrecadar um pouco mais de US$ 70 milhões em sua abertura.

No Brasil, Coringa: Delírio a Dois chegará aos cinemas em 3 de outubro.

Leia mais sobre Coringa: Delírio a Dois:

“Após os eventos do primeiro filme, Arthur Fleck está internado em um hospital psiquiátrico. Junto a ele, está Harleen Quinzel, que fica fascinada por sua história. Juntos, eles exploram a mente de Arthur e os eventos que o levaram a se tornar o Príncipe Palhaço do Crime”, diz a sinopse.

Todd Phillips retorna na direção, além de assinar a versão final do roteiro em colaboração com Scott Silver.

Fonte: Comic Book Movie.



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