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Durante presença no Festival de Cinema de Veneza, onde “Coringa” foi aplaudido de pé, o diretor Todd Phillips foi questionado sobre quais são as maiores diferenças entre esse Coringa interpretado por Joaquin Phoenix e a aclamada iteração de Heath Ledger em Batman: O Cavaleiro das Trevas.

“Eu não acho que era o objetivo desse Coringa ver o mundo queimar. Esse Coringa tinha um objetivo totalmente diferente em mente. No começo do filme, ele está se forçando a sorrir na primeira cena. É um cara em busca de identidade.

Acho que ele se torna, por engano, um símbolo, e realmente o que procurava era adoração. Ele nunca quis queimar o mundo, esse Coringa. Quanto aos anteriores, isso é diferente. Mas nosso cara, esse não era o objetivo dele.

Ele pensou que foi colocado aqui nesta Terra para fazer as pessoas rirem e trazer alegria ao mundo, e tomou algumas decisões ruins ao longo do caminho, mas não, seu objetivo não era esse. Acho que ele se tornou um líder por engano, por assim dizer, ou um símbolo. Até o personagem de De Niro diz isso a ele. E Arthur diz: ‘Não, eu não sou político’. Ele simplesmente não conseguiu o que estava criando.”

Coringa

Coringa, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo do Batman, e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista nas telas. Phillips explora Arthur Fleck, retratado por Joaquin Phoenix, um homem  lutando para encontrar o seu caminho na fraturada sociedade de Gotham. Trabalhando como palhaço de dia, ele sonha ser um comediante famoso nas noites… mas a piada sempre está nele. Preso entre uma existência cíclica entre apatia e crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos neste ousado estudo de personagem.

Coringa chega aos cinemas em outubro, com direção de Todd Phillips. O elenco conta com Joaquin Phoenix, Robert De Niro, Zazie Beetz, Brett Cullen, Shea Whigham, e Marc Maron.



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