Estimated reading time: 3 minutos
Lançados entre 2008 e 2012, apesar do sucesso dos filmes, a saga Crepúsculo não esteve imune ao ódio gratuito por parte de alguns expectadores na época de sua exibição, algo que Bill Condon lembra muito bem.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor das adaptações de Amanhecer opina que algumas dessas pessoas simplesmente não entenderam o objetivo da franquia em seu auge.
“Tornou-se um alvo para as pessoas. É como se elas se sentissem superiores, e eu lembro de pensar: ‘Meu Deus, você realmente não entendeu [qual o objetivo da saga]’. É apenas uma franquia fictícia [para entreter]. Para mim, pessoalmente, como diretor gay, achei que trouxe um pouco de exagero para a cultura pop. Foi uma oportunidade maravilhosa de misturar as coisas e ter algo que tivesse um público tão dedicado…”
Relembrando a infame cena da “morte” de Carlisle durante a primeira exibição de Amanhecer – Parte 2, o diretor disse:
“Nunca, nunca na vida ouvi um grito tão alto e tão longo quando a cabeça de Carlisle é jogada fora [na luta final].”
A saga foi responsável também por colocar Kristen Stewart e Robert Pattinson em evidência em Hollywood, ao dar vida a um dos casais mais famosos do entretenimento.
Saga de Stephenie Meyer ganhará uma nova adaptação

Longe de reboots e remakes, por ora, Crepúsculo ganhará uma produção inédita para a Netflix, adaptando o livro Sol da Meia-Noite, de Stephenie Meyer.
Será uma série animada apresentando os eventos do primeiro filme sob a perspectiva do vampiro principal, Edward Cullen.
Uma data de lançamento no serviço de streaming permanece indefinida até o momento.
Leia mais sobre Crepúsculo:
- Siga o O Vício no Google e não perca nada sobre Cultura Pop!
- Time Edward ou Time Jacob? Autora de Crepúsculo revela seu lado na infame disputa
- Crepúsculo | Ator dos filmes opina sobre possível reboot da saga e expõe ideia para prelúdio
Fonte: Entertainment Weekly.






Comentários