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Em uma conversa reveladora com Zendaya para a Interview Magazine, o ator Robert Pattinson refletiu sobre o impacto cultural massivo da Saga Crepúsculo em sua carreira e vida pessoal. O astro detalhou como precisou lutar para separar sua própria identidade da “máquina de marketing” que promovia os filmes.
Segundo Pattinson, lidar com o sucesso estrondoso e a reação negativa simultânea foi um desafio único. “Eu realmente gostei de fazer os filmes, mas também havia uma enorme campanha de marketing por trás deles”, explicou o ator. Ele ressaltou que, no início, o público tendia a confundir o ator com o personagem Edward Cullen.
Para evitar ficar preso a essa imagem, ele buscou destacar sua individualidade. “Foi bem estranho, mas também me permitiu ir contra isso. Além disso, eu não me apegava a essa identidade porque, para começar, não era a minha identidade”, afirmou Pattinson, destacando como usou a percepção pública para surpreender a audiência em papéis futuros.
É curioso notar que, embora parte do público ainda associe Pattinson ao vampiro adolescente, o ator construiu uma das filmografias mais versáteis de Hollywood na última década. Sua carreira é marcada por uma reinvenção constante, afastando-se radicalmente do galã romântico.
O bandido frenético de Bom Comportamento pouco lembra o faroleiro atormentado e insano de O Farol. Da mesma forma, o príncipe petulante de O Rei não tem relação com o pastor abusivo de O Diabo de Cada Dia, ou com o bilionário soturno de Batman. Mais recentemente, ele explorou a dualidade entre um fracassado inseguro e seu clone agressivo em Mickey 17.
A entrevista ocorre em um momento de sinergia entre os atores, já que Pattinson e Zendaya dividirão a tela em grandes projetos futuros, incluindo O Drama, A Odisseia e o aguardado Duna: Parte 3.
Todos os filmes da Saga Crepúsculo estão disponíveis no catálogo da Netflix.






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