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Kagurabachi é um dos maiores sucessos recentes da Shonen Jump, mas levaram alguns meses até que a popularidade começasse a render para o autor Takeru Hokazono.

Em entrevista a revista The New Yorker, o mangaká revelou que enfrentava dificuldades financeiras no começo da serialização.

“Após o início da serialização, pelos primeiros três ou quatro meses, eu estava no vermelho. Tudo o que recebia pelas páginas ia para os meus assistentes.”, disse Hokazono.

A Shueisha paga o equivalente a 759 reais por página para estreantes na Shonen Jump. Dessa forma, a maior parte da renda dos autores vem através dos royalties das vendas de volumes, licenciamento e merchandising.

Sucesso de vendas

Chihiro em vídeo promocional do Volume 2 de Kagurabachi
Reprodução/Shueisha

Os artistas de mangá precisam aguardar o período até começarem a receber esses bônus. Mas no caso de Kagurabachi a espera valeu a pena.

A obra foi sucesso de vendas no Japão, com os primeiros volumes ganhando reimpressões após superarem as expectativas da editora.

De acordo com a atualização divulgada em maio, a série possui mais de 2,2 milhões de cópias em circulação. Rumores que indiciam que uma adaptação em anime está em desenevolimento.

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Fonte: The New Yorker