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Em uma entrevista para a The Gamer, um desenvolvedor da CD Projekt Red, que não teve a sua identidade revelada, contou que a empresa tentou barrar a personagem Rebecca da animação Cyberpunk: Mercenários.

Segundo o desenvolvedor, a CD Projekt Red acreditava que a personagem não se encaixava com a estética desse universo, e devia ter pelo menos o seu design alterado.

Aliás, o próprio desenvolvedor admite que votou pela mudança no visual da personagem. No entanto, ele conta que os animadores do Studio Trigger simplesmente se recusaram.

Para eles, era importante que a personagem tivesse aquele design. Com algum esforço, eles conseguiram convencer a CD Projekt Red a manter Rebecca do jeito que estava.

Foi uma boa decisão, já que Rebecca vem fazendo sucesso com os fãs. Para alguns, é um dos destaques de Cyberpunk: Mercenários.

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Cyberpunk: Mercenários conta a história de David Martinez, um marginal tentando sobreviver em uma cidade do futuro obcecada por tecnologia e modificações corporais. Após uma tragédia pessoal, David decide assumir o controle de seu próprio destino ao tornar-se um edgerunner – um fora da lei mercenário, também conhecido como cyberpunk.

Studio Trigger colaborou com a CD PROJEKT RED para dar vida à história, com Hiroyuki Imaishi (Gurren Lagann, Kill la Kill, Promare) dirigindo, enquanto Yoh Yoshinari (Little Witch Academia, BNA: Brand New Animal) é o designer-chefe de personagens e diretor executivo da animação.

Masahiko Otsuka (Star Wars: Visions ‘O Ancião’) e Yoshiki Usa (GRIDMAN UNIVERSE) são responsáveis pelo roteiro baseado na história fornecida pela CD PROJEKT RED.

A trilha sonora original é composta por Akira Yamaoka (Silent Hill).

Cyberpunk 2077 está disponível. A edição física vem com dois discos, onde um é destinado para a instalação, à exemplo do que foi feito em Red Dead Redemption II e The Last of Us Part II.

A trama se passa em um futuro distópico, na violenta metrópole de Night City, regida por grandes corporações. É lá onde V, cyberpunk em ascensão, vive. O jogador é capaz de personalizar totalmente o protagonista, escolhendo gênero, classe e histórico de vida. Os diálogos e ações prometem ser imersivos, com sistemas de escolhas que afetarão o enredo.