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No ano passado, Dakota Johnson lidou com o que talvez tenha sido o maior fracasso de sua carreira, Madame Teia (2024) — filme do Universo Expandido do Homem-Aranha, que além de não ter ido nada bem nas bilheterias, foi massacrado pela crítica.

A vida seguiu para a atriz, que agora está divulgando seu mais novo projeto: Amores Materialistas (2025), dirigido pela potente Celine Song (Vidas Passadas). O fracasso do filme da Sony Pictures, no entanto, foi grande demais para ser ignorado na turnê de imprensa da produção da A24. Como não poderia ser diferente, Johnson foi questionada mais uma vez sobre seu projeto amargo no mundo dos super-heróis.

Para a LA Times, a atriz disse não ter ficado magoada com a situação, mas disparou, de forma descontraída, que não teve nada a ver com o resultado de Madame Teia (2024). Johnson acusou “pessoas sem um pingo de criatividade no corpo” de se meteram com a produção, e tomaram decisões criativas que mudaram o projeto para algo pior do que o idealizado originalmente.

Não foi culpa minha“, disse Johnson, rindo. “Existe uma coisa que acontece agora onde muitas decisões criativas são tomadas por um comitê. Ou por pessoas que não têm um pingo de criatividade no corpo. E é realmente difícil fazer arte assim. Ou fazer algo divertido assim. E acho que, infelizmente, com Madame Teia (2024), começou como uma coisa e se transformou em outra. E eu estava apenas acompanhando a viagem naquele ponto. Mas isso acontece. Filmes de maior orçamento falham o tempo todo.

A atriz acrescentou: “Não estou magoada com isso. Não há parte de mim que diga, ‘Ah, nunca mais farei isso’ para qualquer coisa. Já fiz até filmes minúsculos que não se saíram bem. Quem se importa?

Madame Teia (2024) custou algo próximo de US$ 100 milhões para ser produzido, e não conseguiu arrecadar mais que US$ 100,5 milhões. Seu fracasso, somado ao prejuízo de Kraven, o Caçador (2024), fez a Sony suspender as produções derivadas do Homem-Aranha.

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Fonte: LA Times



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