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Dan Houser é uma principais mentes criativas por trás de GTA, da Rockstar Games, e teve a oportunidade de comentar sobre a importância da franquia de The Legend of Zelda para a indústria.
Além disso, exaltou a Nintendo, citando que a companhia tem uma compreensão incomparável do que realmente é um jogo eletrônico.
“Tetris, no Game Boy, sem dúvida (é meu jogo favorito). Era o dispositivo perfeito para jogar aquele jogo. Nunca gostei tanto em outro lugar. Quando minha esposa estava tentando conseguir um console retrô para os meus filhos neste Natal, foi o mais viciado que já fiquei em algo na vida — e já tive muitos vícios. Fiquei obcecado, sonhando com essa coisa. É um design perfeito. Em termos de quebra-cabeça, nada chega perto,” declarou ao Lex Fridman Podcast.
Ao ser questionado sobre Super Mario, lembrou o impacto dos primeiros títulos 3D.
“Todos aqueles primeiros jogos 3D eram fantásticos quando você os via pela primeira vez. Tanto no Nintendo 64 quanto no PlayStation 1, quando começamos a achar que esses jogos estavam vivos, críveis de uma forma diferente. Acho que isso foi muito interessante,” acrescentou.
Fridman observou que nada se parece com o estilo da companhia japonesa, e Houser concordou: “A Nintendo tem esse aspecto, não tem? Sempre.”
O entrevistador mencionou que, mesmo não sendo jogos de mundo aberto, Zelda foi pioneira em criar a sensação de um mundo vivo — e Houser foi além em seus elogios.
“Não, mas é incrível. Esses novos jogos me lembram Hitchcock. Eles simplesmente falam a linguagem dos jogos, sabe? Você entende como tudo vai funcionar, de uma forma e de outra. É sistêmico, mas a maneira como tudo é combinado é fabulosa. É como assistir a um filme de Hitchcock — não é a realidade, mas fala a linguagem do cinema de forma muito, muito forte, quase com uma pronúncia acentuada. É extremamente cinematográfico.”
Na visão dele, o diferencial está em ser algo que só poderia existir nesse meio: “Não é de forma alguma realista, e é isso que eu sinto com esses jogos. São coisas fantásticas que só poderiam ser videogames. Não poderiam ser outra coisa.”
Curiosamente, uma adaptação em longa-metragem está a caminho, e no formato de live-action, em vez da animação.
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Fonte: Lex Fridman Podcast






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