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A DC concluiu a publicação de sua mais recente história Elseworld do mundo dos Lanternas Verdes, e revelou a primeira mulher trans a portar o poder esmeralda.

Green Lantern Dark foi uma história de horror e conto de fadas, situada em um mundo sombrio, invadido por Solomon Grundy e seu exército de zumbis.

A trama seguiu Rina Mori, que acreditou que podia vencer as sombras e se tornou torna uma Lanterna Verde mística.

A minissérie termina com Rina Mori conhecendo um novo grupo de mulheres portadoras do poder esmeralda. São as três Lanternas Verdes que vieram antes dela.

Reprodução/DC via Bleeding Cool

Quando conta a sua origem, uma das Lanternas primordiais revela ter nascido como o filho primogênito de um grande príncipe, mas que teve que ter coragem para seguir seu destino servir ao mundo e a si mesma.

Foi uma revelação sutil, mas bem óbvia de que essa entidade é uma Lanterna Verde trans.

Reprodução/DC via Bleeding Cool

As sete edições de Green Lantern Dark são assinadas por Tate Bromdal e Werther Dell’Edra. Por enquanto, não há previsão para a chegada do material ao Brasil.

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Fonte: Bleeding Cool

Ramon Vitor, Editor-Chefe do site, engenheiro civil convertido em jornalista, é um apaixonado por cinema, quadrinhos e pelo poder transformador da comunicação. Com um olhar analítico aprimorado por anos de estudo da indústria cinematográfica, ele mergulha em seus artigos para O Vício desde 2021, transformando sua paixão em conteúdo cativante. Descubra uma perspectiva única sobre o universo do cinema e da TV.