Desde que Perpétua reestruturou o multiverso, a Mulher Maravilha tem tentado reunir os heróis do Universo DC para encontrar o único poder capaz de detê-la: a energia anti-crise, o pólo oposto da energia de crise que forma a base da proposta dessa saga.
Mas com o Darkest Knight (Cavaleiro Mais Sombrio) roubando esse poder, Diana foi finalmente forçada a confrontar a verdadeira natureza da energia anticrise e isso acabou custando uma chance de vitória para a Liga da Justiça logo no começo da saga.

Acontece que a Mulher-Maravilha tinha intenção de utilizar a energia anti-crise para ganhar forças e resolver a situação, enquanto a luta entre Perpétua e o Darkest Knight ameaçam destruir todo o multiverso. No entanto, ela descobre que ao fazer isso todo o multiverso seria refeito sem muita restrição ou controle sobre isso. As consequências poderiam ser desastrosas, levando à morte de todos que ela amava.
É nesse momento de distração e divagação, sem saber se estaria disposta a usar esse poder, que ela hesita em usá-lo contra Perpétua, que consegue se reagrupar e libertar o Batman que Ri. Foi esse momento que levou a toda a situação de Death Metal. No entanto, mais tarde a Mulher-Maravilha percebe que não poderia usar a energia anti-crise da forma que pensava, e que se o fizesse, não estaria sendo melhor do que uma vilã.