
Hollywood não tem um bom histórico com adaptações cinematográficas de animes japoneses, mas isso é algo que o diretor Adam Wingard pretende mudar com seu Death Note, que estreia dia 25 de agosto na Netflix.
Recentemente, o diretor foi questionado (via ComicBook) sobre a má recepção de adaptações como Ghost in The Shell, e explicou que esse foi um dos motivos que o levaram a aceitar o trabalho.
“Eu acho que é exatamente por isso que você quer assumir algo assim. Especificamente, Death Note é algo que já foi adaptado antes. Então senti que era uma boa oportunidade pegar algo que já foi feito fielmente no passado e fazer minha própria versão.”
Adaptação do mangá homônimo de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, Death Note mostra a história de Light, um aluno de ensino médio que se depara com um caderno sobrenatural que lhe dá a habilidade de matar qualquer pessoa, desde que saiba seu nome e seu rosto. Estreando em 2003 no Japão, o mangáDeath Note se tornou um fenômeno mundial, inspirando uma série de anime e três filmes live-action japoneses. O mangá foi finalizado em 2006, contendo 13 volumes e alcançando a marca de mais 30 milhões de cópias em circulação.
O elenco do filme americano é formado por Nat Wolff como o protagonista Light Turner (Light Yagami), Keith Stanfield como L, Margaret Qualley como Mia Sutton (Misa Amane), Paul Nakauchi como Watari e Shea Whigham como James Turner (Soichiro Yagami). A direção fica por conta de Adam Wingard, e a estreia está marcada para 25 de agosto.