
Apesar de ser considerado um dos grandes lançamentos da Netflix em 2017, o live-action de Death Note vem sofrendo com as mesmas críticas do recente A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell. O fato dos personagens principais terem mudado de etnia continua incomodando os fãs mais fieis da franquia, e parece que isso incomodou o produtor Roy Lee.
Em entrevista ao Buzzfeed, Lee disparou contra a acusação de ”whitewashing”, e afirmou que todas as críticas são ofensivas.
”Eu até poderia entender essas críticas se nossa versão de Death Note se passasse no Japão, com personagens com nomes japoneses e explorando a cultura japonesa.”
Explicou.
”É uma interpretação da história em uma cultura diferente, então é óbvio que algumas mudanças seriam feitas. Algumas pessoas vão gostar, outras não. Um dos protagonistas é asiático, outro é afro-americano, e outros três são brancos. Falar que isso se trata de ‘whitewashing’ é simplesmente ofensivo.”
Finalizou.
Adaptação do mangá homônimo de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, Death Note mostra a história de Light, um aluno de ensino médio que se depara com um caderno sobrenatural que lhe dá a habilidade de matar qualquer pessoa, desde que saiba seu nome e seu rosto.
O elenco é formado por Nat Wolff como o protagonista Light Turner (Light Yagami), Keith Stanfield como L, Margaret Qualley como Mia Sutton (Misa Amane), Paul Nakauchi como Watari e Shea Whigham como James Turner (Soichiro Yagami). A direção fica por conta de Adam Wingard.





Comentários