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Com aproximadamente US$ 780 milhões arrecadados mundialmente, uma das maiores bilheterias do ano, o sucesso do primeiro filme de Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Castelo Infinito atesta o acerto da decisão do estúdio ufotable de concluir o anime com uma trilogia nos cinemas.

Em entrevista à EW, o diretor Haruo Sotozaki e o diretor de fotografia Yuichi Terao comentaram sobre as vantagens do lançamento cinematográfico e as diferenças em animar cenas de ação para a telona.

“Em uma tela tão grande, mesmo se o personagem parecer pequeno e talvez estiver no fundo correndo pelo corredor, o público ainda é capaz de ver as suas expressões faciais. Ao mesmo tempo, conseguimos mostrar em resolução tão alta e detalhar tudo o que o Castelo Infinito tem a oferecer. Então, nesse filme, nós realmente prestamos atenção em cada canto da tela porque não há detalhe pequeno demais nesse cenário onde os personagens estão lutando. Portanto, eu acho que isso se tornou uma forma de expressão visual muito efetiva que também se estende aos personagens.”, disse Terao.

Já Sotozaki completou: “E em Castelo Infinito, é claro, o movimento dos personagens e a ação é um componente muito importante da experiência. Então, se você olhar para muitos dos keyframes, a animação principal, a sakuga nesse filme, nós trabalhamos muito próximos com o nosso departamento de 3D para garantir que todos estávamos alinhados porque não queríamos efeitos bizarros quando os personagens 2D estivessem deslizando ao redor de ambientes em 3D. Então, era muito importante que os animadores 2D conversassem com a nossa equipe de 3D para garantir que as composições ficassem perfeitas.”

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Fonte: EW