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O apocalipse chegou mais cedo para a bilheteria de Gerard Butler. A sequência Destruição Final 2 teve um início preocupante em sua carreira comercial nos Estados Unidos, arrecadando apenas US$ 900 mil nas pré-estreias de quinta-feira (8).

O número, por si só, já seria baixo para um filme de ação desse porte, mas a situação se torna alarmante quando olhamos para a etiqueta de preço da produção. Segundo informações da Variety, o orçamento do longa ultrapassou a marca de US$ 90 milhões.

Para se ter uma ideia do salto nos custos, o filme original de 2020 — que obteve um sucesso moderado durante a pandemia — custou apenas US$ 35 milhões. Não há uma explicação clara do estúdio sobre o motivo da sequência custar 2,5 vezes mais que o antecessor.

Além do desinteresse do público, a produção enfrentou problemas de distribuição. O lançamento no Canadá, que representaria cerca de 10% da bilheteria total na América do Norte, foi cancelado de última hora, retirando o filme de praças lucrativas como Toronto, Vancouver e Montreal.

Para piorar o cenário, o longa perdeu a disputa da noite para O Primata, o novo terror da Paramount sobre chimpanzés assassinos, que arrecadou US$ 1,4 milhão nas prévias.

A recepção da crítica também não tem ajudado. No Rotten Tomatoes, o filme amarga 57% de aprovação (contra 77% do original), enquanto no Metacritic a nota estacionou em 48.

Estrelado novamente por Gerard Butler e a brasileira Morena Baccarin, a trama segue a família Garrity deixando a segurança de seu bunker na Groenlândia para atravessar uma Europa devastada em busca de um novo lar.

Enquanto os números nos EUA preocupam, os fãs brasileiros terão que esperar um pouco mais para tirar suas conclusões. Destruição Final 2 chega aos cinemas nacionais apenas em 5 de fevereiro.

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