
A adaptação do Netflix de “Death Note” está chegando em breve. Enquanto isso, os fãs se perguntam o motivo da mudança de país base, do Japão para os EUA. De acordo com o diretor, Adam Wingard, existe uma boa razão para aquela modificação. Wingard revelou em uma entrevista recente que trocou o lugar, mas queria manter o núcleo da história:
“Para mim, se tornou algo com o que esses temas significam para a América moderna. E como isso afeta a forma como contamos a história. Ultimamente, o jogo de gato e rato entre Light e L, os temas de bem, mal e o que acontece na área cinzenta.”
Adaptação do mangá homônimo de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, Death Note mostra a história de Light, um aluno de ensino médio que se depara com um caderno sobrenatural que lhe dá a habilidade de matar qualquer pessoa, desde que saiba seu nome e seu rosto. Estreando em 2003 no Japão, o mangáDeath Note se tornou um fenômeno mundial, inspirando uma série de anime e três filmes live-action japoneses. O mangá foi finalizado em 2006, contendo 13 volume e alcançando a marca de mais 30 milhões de cópias em circulação.
O elenco do filme americano é formado por Nat Wolff como o protagonista Light Turner (Light Yagami), Keith Stanfield como L, Margaret Qualley como Mia Sutton (Misa Amane), Paul Nakauchi como Watari e Shea Whigham como James Turner (Soichiro Yagami). A direção fica por conta de Adam Wingard, e a estreia está marcada para 25 de agosto.





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