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O diretor Naoki Hamaguchi revelou que teve preocupações iniciais sobre levar Final Fantasy VII Rebirth ao Nintendo Switch 2. O processo, no entanto, acabou fortalecendo a confiança da equipe para a conclusão da trilogia.
“Para ser honesto, realmente tive preocupações. Comparado ao jogo anterior (VII Remake), Rebirth é mais aberto, com uma escala muito maior de áreas e cargas de processamento mais pesadas. No começo, estávamos muito atentos à questão sobre se conseguiríamos realmente fazer a experiência funcionar no Switch 2, que pressupõe jogabilidade portátil,” disse em entrevista ao Outer Heaven.
A equipe encontrou soluções técnicas que tornaram seu port viável na plataforma.
“No entanto, à medida que o desenvolvimento progrediu, conseguimos ganhar confiança no quanto poderíamos alcançar com a quantidade certa de engenhosidade, e aproveitamos os aprendizados de otimização obtidos com VII Remake ao reavaliar nossas técnicas de renderização, iluminação e streaming de cenários para Rebirth,” acrescentou.
Hamaguchi completou dizendo que não existiram soluções milagrosas, mas sim um refinamento contínuo até os estágios finais da produção.
“No fim das contas, esse processo não se tratou de ‘realizar um milagre’, mas sim de desenvolver ideias sobre como poderíamos fazer a experiência funcionar até o fim. Passar por esse processo deixou muito claro que podemos alcançar o mesmo resultado para o terceiro capítulo.”
O lançamento está agendado para 3 de junho.
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Final Fantasy VII Rebirth continua a jornada de Cloud e seus aliados fora de Midgar, enquanto enfrentam a megacorporação Shinra e o enigmático Sephiroth.
Fonte: The Outer Heaven






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