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Para quem se preocupa que tenha existido qualquer interferência da Netflix no novo ‘O Massacre da Serra Elétrica’, vai aí uma notícia boa do diretor do longa.

De acordo com David Blue Garcia ao ComicBook.com, a Netflix não pediu em nenhum momento para que fosse diminuída a violência do longa. Muito pelo contrário, Fede Alvarez, seu produtor, pediu para que ele fosse o mais sangrento possível.

“Muito pelo contrário. Eu estava constantemente ‘tonificando'”. Quando você trabalha com Fede Alvarez como produtor, ele fez alguns filmes muito, muito chocantes e sangrentos, e ele é um mestre nisso. Eu me lembro do meu primeiro dia no set, eu tive que filmar uma morte para um personagem menor, e Fede me ligou no dia seguinte. Ele tinha visto os diários e estava tipo, ‘Ei cara, ótimo trabalho nessa matança, mas eu quero que você faça isso de novo. Eu só quero que você vá um pouco mais longe, um pouco mais de sangue , e depois que achar que tem sangue o suficiente, coloque mais.’ Essa foi a minha direção para o resto do filme. Estávamos constantemente tentando nos superar e conseguir as mortes mais loucas, as mortes mais criativas e apenas realmente disparar muito sangue.” – Diz Garcia.

Dirigido por David Blue Garcia (Tejano), ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘ será lançado na Netflix no dia 18 de fevereiro.

Um das novidades no elenco é Olwen Fouéré (Mandy), que substitui Marilyn Burns como Sally Hardesty.

Melody, sua irmã adolescente Lila e seus amigos Dante e Ruth vão para a remota cidade de Harlow, Texas, para iniciar um novo empreendimento comercial. O sonho logo se transforma em um pesadelo quando eles acidentalmente perturbam a casa de Leatherface.

O assassino em série enlouquecido cujo legado encharcado de sangue continua a assombrar os residentes da área – alías, incluindo Sally Hardesty, única sobrevivente de seu infame massacre de 1973 que é o inferno – empenhado em buscar vingança.

Ramon Vitor, Editor-Chefe do site, engenheiro civil convertido em jornalista, é um apaixonado por cinema, quadrinhos e pelo poder transformador da comunicação. Com um olhar analítico aprimorado por anos de estudo da indústria cinematográfica, ele mergulha em seus artigos para O Vício desde 2021, transformando sua paixão em conteúdo cativante. Descubra uma perspectiva única sobre o universo do cinema e da TV.


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