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O diretor do anime de Witch Hat Atelier, Ayumu Watanabe (A Ilha das Sombras, Komi Can’t Communicate), comentou sobre os desafios em adaptar o aclamado mangá de Kamome Shirahama. Em entrevista ao Mantan Web, o diretor veterano comentou sobre desafios que surgem com o formato de anime.
“É a limitação do tempo. Ao adaptar para o formato de anime para TV, há momentos onde inevitavelmente a duração é insuficiente. Não é como se estivéssemos cortando informação da obra original em si, ao invés disso, amplificamos certas partes no anime. Nós inevitavelmente passamos tempo em coisas como aumentar as descrições de personagens e expressar emoções nas entrelinhas. Com o mangá, o leitor tem seu próprio ritmo e pode voltar para reler algumas partes. Quando você coloca isso em animação, basicamente não dá para resistir ao fluxo irreversível do tempo. Há certas coisas que não conseguimos retratar. Esse é o desafio principal.”, disse Watanabe.
A animação produzida pelo estúdio BUG FILMS (Zom 100: Bucket List of the Dead) terá estreia global hoje, 6 de abril. Os dois primeiros episódios estarão disponíveis na Crunchyroll a partir das 11h (horário de Brasília) com legendas e dublagem em português.
Em um vídeo divulgado pela Crunchyroll, a atriz Rena Motomura (voz original de Coco) fez um tour pelo estúdio, mostrando detalhes do processo de animação. Confira abaixo:
Do que se trata a história?
A trama é centrada em Coco, uma garota que sonha em se tornar bruxa, apesar de viver em um mundo onde somente aqueles nascem com o dom da magia podem ser bruxos. Ou pelo menos era o que ela pensava… Quando o bruxo Qifrey visita seu vilarejo, Coco acaba descobrindo um grande segredo. Ela então passar a ser aprendiz de Qifrey, indo estudar magia em seu ateliê.
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O mangá original é serializado na revista Morning Two e publicado no Japão pela Kodansha desde 2016, contando com 15 volumes até o momento, sendo que o Volume 16 será lançado em 26 de abril. No Brasil, a obra é publicada pela Panini sob o título de Atelier of Witch Hat.
Fonte: Mantan Web