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Sabemos que a Pearl Abyss nunca escondeu que se inspirou em múltiplos títulos de peso para criar Crimson Desert, seu ambicioso RPG de mundo aberto. Mas, ainda assim, a reutilização de mecânicas familiares causou incômodo.

Michael Douse, diretor de publishing da Larian Studios (conhecidos pelo aclamado Baldur’s Gate 3), decidiu comentar de forma direta.

Crimson Desert é divertido de jogar, mas é uma amálgama cínica de mecânicas emprestadas. É como pegar Now That’s What I Call Gaming de uma prateleira de posto de gasolina, para o melhor e pior,” declarou.

Ao mesmo tempo, ponderou que esse tipo de abordagem deve se tornar cada vez mais comum, tanto em jogos premium quanto free-to-play: “Espere muito mais disso em premium e free-to-play. Há menos risco envolvido.”

Em seguida, Douse relativizou o próprio argumento ao questionar se o jogo seria realmente mais “cínico” do que outros do mesmo gênero, que frequentemente reutilizam fórmulas estabelecidas.

É mais cínico do que qualquer outro grande jogo AAA de mundo aberto que toma emprestado de seu próprio passado? Provavelmente não. Pelo menos está adicionando tempero ao ensopado, em vez de retirá-lo,” acrescentou.

Por fim, admitiu que seria interessante ver esse jogo ganhando um momento semelhante ao de Dragon’s Dogma com a expansão Dark Arisen, sugerindo que tem potencial para evoluir significativamente com conteúdos futuros.

Leia mais sobre Crimson Desert:

Crimson Desert tem versões para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC via Steam e Epic Games Store.

As unidades vendidas ao redor do mundo se aproximam de 5 milhões.

Fonte: X

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.