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Diretor de Predador: Terras Selvagens, Dan Trachtenberg comentou pela primeira vez sobre a ideia original para a trama, e seria muito diferente da escolhida na versão final.

O longa-metragem aconteceria durante a Segunda Guerra Mundial.

A primeira fagulha da ideia foi: ‘e se o Predador vencesse?’ Mas eu realmente não queria que fosse um filme de terror em que o assassino vence. Eu queria que o público torcesse por ele. E, nesse processo, pensei: ‘Bom, talvez se passasse na Segunda Guerra Mundial, com esse Yautja chutando b*ndas n**istas ou algo assim.’ Mesmo assim, senti que não seria um filme realmente especial,” declarou ao The Direct.

A virada veio quando Trachtenberg percebeu que o Predador poderia ser o protagonista da própria jornada.

“E então pensei: espere um segundo — e se ele for realmente o protagonista de sua própria história? Quero que as pessoas torçam por ele em sua jornada, em sua aventura.”

O trabalho da figurinista Ngila Dickson, vencedora do Oscar por O Senhor dos Anéis, foi crucial na mudança de rumo.

“Normalmente, o figurino dos Yautja é feito apenas pelos designers das criaturas. Desta vez, tivemos alguém da equipe de figurino — uma verdadeira artista desse ofício. Alguns dos primeiros designs pareciam medievais demais, muito ligados à Terra. Procuramos algo que soasse mais espartano, já que a cultura deles é tão intensa, e também algo mais nômade, no estilo Conan, o Bárbaro.”

Estreou oficialmente nesta quinta-feira (6) no Brasil.

O filme atingiu 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, garantindo a certificação Fresh, com um consenso que diz: “O diretor Dan Trachtenberg continua levando a franquia do Predador em novas direções emocionantes com Terras Selvagens, uma aventura divertida que transforma um dos brutos mais icônicos do cinema em um herói pelo qual vale a pena torcer.”

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Fonte: The Direct