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Seguindo os passos da Warner Bros. Discovery, a Disney está deixando de lado a pretensão de ter todo seu conteúdo em apenas um local, e está voltando a negociar o licenciamento de algumas de suas marcas para a Netflix.
Durante uma teleconferência de negócios nesta quarta-feira (08), o CEO da empresa, Bob Iger disse estar aberto a ceder o licenciamento de alguns títulos que se distanciem das principais marcas do estúdio.
Ou seja, tudo que não for de Pixar, Marvel e Star Wars, está na mesa para negócios!
A Disney não sentava à mesa com a Netflix desde 2017, quando as empresas firmaram o último contrato de licenciamento entre elas.
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Apesar da crise criativa enfrentada pela Disney nos últimos meses, o Disney+ está voltando a ganhar novos assinantes.
O serviço, vale lembrar, perdeu 11,7 milhões de assinantes entre abril e junho, por causa da perda de alguns de seus principais direitos esportivos na Índia.
Conforme revelado em um relatório financeiro (Via Variety), o Disney+ superou a marca de 150 milhões de assinantes no quarto trimestre fiscal do ano, ao ganhar 3,3 milhões durante o período.
O relatório revela ainda que a pasta de streaming deu um prejuízo de US$ 387 milhões para a Disney no quarto trimestre de 2023, o que representa uma melhora de 74% em relação ao prejuízo de US$ 1,4 bilhão, registrado no mesmo período em 2022.
Os três maiores sucessos do trimestre foram Elementos (2023), da Pixar, Guardiões da Galáxia Vol. 3 (2023), da Marvel Studios e o live-action de A Pequena Sereia (2023).






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