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Em entrevista com o Squawk on the Street, o CEO da Disney, Bob Iger, admitiu que a empresa ficou “intoxicada” com o sucesso inicial do Disney+.

“Ficamos intoxicados por nosso próprio sucesso. Esperávamos de 60 a 90 milhões de assinantes em cinco anos. Superemos isso em um ano. De repente, todo mundo acreditou que esse aumento meteórico continuaria. Nos inclinamos a isso porque pensamos que era o que aconteceria.”

O executivo indicou que estão sendo desenvolvidos planos para manter os assinantes e conseguir novos, que é o que o Disney+ precisa para se tornar lucrativo a longo prazo.

“Enquanto procuramos, basicamente, nos tornar lucrativos, precisamos aumentar os assinantes. Mas não se trata apenas disso. Precisa ter o preço certo, o marketing certo, o conteúdo certo.”

Recentemente, a Disney anunciou estar trabalhando em mais sequências de franquias populares: Zootopia 2Toy Story 5 e Frozen 3.

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Acompanhada por um vendedor de gelo, a jovem e destemida princesa Anna parte em uma jornada por perigosas montanhas de gelo na esperança de encontrar sua irmã, a rainha Elsa, e acabar com a terrível maldição de inverno eterno, que está provocando o congelamento do reino.

Frozen é uma das franquias de maior sucesso da Disney, tendo ao todo dois filmes que estão disponíveis no catálogo nacional do Disney+.

De acordo com relatório financeiro do DeadlineFrozen 2 registrou US$ 599 milhões em lucros para Walt Disney. A produção arrecadou US$ 1,45 bilhão ao redor do mundo, e aparece na segunda colocação das mais rentáveis do ano passado.

No momento, Frozen 3, o novo capítulo da franquia, ainda não teve uma data de lançamento anunciada pela Disney.



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