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CEO da Walt Disney Studios, Bob Iger reconheceu que, na tentativa de criar muito conteúdo ao Disney+, a companhia se prejudicou, especialmente Marvel Studios e Pixar.

“Houve algumas decepções (recentes). Gostaríamos que alguns lançamentos tivessem um desempenho melhor (nas bilheterias). É reflexo não como um problema do ponto de vista pessoal, mas acho que, em nosso zelo de basicamente aumentar nosso conteúdo significativamente, para atender as ofertas de streaming, acabamos sobrecarregando nosso pessoal muito além – em termos de seu tempo e foco – muito além de onde eles estavam.”

Declarou ao Squawk Box, da CNBC.

“A Marvel é um grande exemplo disso. Eles não estavam no negócio da TV em nenhum nível significativo, e não só aumentaram a produção de filmes, mas acabaram fazendo várias séries. E, francamente, isso diluiu o foco e a atenção do público.”

No caso da Pixar, Iger acredita que os espectadores já preferem aguardar por seus lançamentos na plataforma.

“Houve três lançamentos seguidos da Pixar que foram direto ao Disney+, principalmente por causa da pandemia, e acho que isso pode ter criado uma expectativa no público de que, eventualmente, estariam no streaming e provavelmente rapidamente, e não havia uma urgência. Ao mesmo tempo, precisamos concordar que existiram falhas criativas também.”

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O mercado de Hollywood foi surpreendido quando a The Walt Disney Company anunciou o retorno de Bob Iger como CEO, para ocupar o lugar de Bob Chapek.

O motivo por trás da saída de Chapek é desconhecido, mas especulações apontam que seu trabalho não era bem-visto por acionistas.

Para quem não se lembra, a polêmica envolvendo Scarlett Johansson em Viúva Negra, que alegou quebra de contrato e deu início a um processo judicial, causou um enorme desgaste.



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