Estimated reading time: 2 minutos
Novos documentos vazados sobre as negociações firmadas em 2011 entre a Sony Pictures e a Marvel revelaram detalhes inéditos sobre a divisão comercial da franquia do Homem-Aranha.
Os arquivos confirmam que a editora abriu mão de sua participação nas taxas de licenciamento e nos lucros de bilheteria dos longas-metragens do personagem.
A reestruturação financeira também exigiu que a Casa das Ideias pagasse US$ 175 milhões ao estúdio de cinema para poder assumir a gestão majoritária do programa de produtos licenciados.
Esse acordo garantiu à Marvel a autonomia necessária para controlar as mercadorias clássicas e os itens diretamente baseados nas adaptações cinematográficas do herói aracnídeo.
Ao contrário da crença popular de que a gigante do entretenimento teria recuperado todas as vertentes, a Sony manteve o direito exclusivo de realizar campanhas promocionais conjuntas em diversas categorias comerciais.
As diretrizes do contrato estipulam que apenas a produtora responsável pelos filmes pode fechar parcerias atreladas à marca com redes de fast food, empresas aéreas e marcas de refrigerante durante a janela de lançamento.
O texto corporativo ainda detalha as exigências da empresa japonesa em buscar o direito perpétuo e sem restrições de calendário para utilizar a imagem do herói em promoções cruzadas com seus outros departamentos de tecnologia.
A próxima aventura do herói nas telonas, intitulada Homem-Aranha: Um Novo Dia, tem estreia marcada para chegar aos cinemas do Brasil no dia 30 de julho.