Comentários

Estimated reading time: 3 minutos

Um dos primeiros grandes exclusivos do Nintendo Switch 2, Donkey Kong Bananza abriu novas possibilidades para a franquia, tradicionalmente conhecida por suas aventuras 2D de plataforma. Desenvolvido pela mesma equipe de Super Mario Odyssey, mantém a essência dos clássicos, mas se diferencia através da destruição massiva dos cenários e a abordagem sandbox dos ambientes.

Em entrevista ao GamesRadar durante a Game Developers Conference, Kenta Motokura (produtor) explicou que o próprio desenvolvimento já pode indicar direções para projetos futuros.

Provavelmente veremos o mesmo fenômeno que ocorreu na transição de Super Mario Odyssey para Donkey Kong Bananza, em que algumas ideias e desenvolvimentos serviram como pistas para o futuro de Bananza”, disse. “Espero que o mesmo aconteça agora, com ideias de Donkey Kong Bananza oferecendo pistas para o nosso próximo projeto.”

Ainda assim, a prioridade continua sendo entregar experiências inéditas aos jogadores. O próprio Bananza mostra isso: poucos imaginariam ver Donkey Kong se transformando em híbridos de animais graças ao canto de Pauline, enquanto destrói partes inteiras dos cenários.

Motokura destacou que a filosofia do estúdio é justamente essa: buscar algo que pareça novo ao público.

Quando pensamos no que é o ‘padrão’, na verdade o padrão é aquilo que vai parecer fresco para o jogador em um novo título. Por exemplo, durante o desenvolvimento de Super Mario Odyssey, pensamos em transformações do Mario que ninguém tinha visto antes. Esse é sempre um objetivo quando trabalhamos em um projeto,” completou.

Com a força bruta de Donkey Kong e as habilidades especiais de canto de Pauline, você pode arrebentar paredes, cavar túneis com os punhos, socar diretamente o chão e até arrancar pedaços do terreno para balançar e lançar, numa exploração revolucionária. Quanto mais você destrói, mais áreas se abrem para serem exploradas.

Leia mais sobre Donkey Kong:

Fonte: GamesRadar



Comentários