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A mais nova incursão do cineasta Luc Besson no cinema de gênero parece ter dividido opiniões. Drácula: Uma História de Amor Eterno, a ambiciosa releitura do clássico mito vampírico, estreou no agregador de críticas Rotten Tomatoes com uma recepção morna por parte da imprensa especializada. Atualmente, o longa sustenta uma taxa de aprovação de 55%, baseada em 84 avaliações computadas, o que classifica a produção como “podre” (rotten) segundo os critérios da plataforma.

O consenso dos críticos aponta que, embora o filme não alcance a grandeza que define os clássicos do gênero, ele possui pontos altos inegáveis. A performance de Caleb Landry Jones no papel-título é descrita como marcante, servindo como a força motriz da narrativa. Além disso, a trilha sonora exuberante composta pelo lendário Danny Elfman é citada como um dos grandes destaques técnicos. No entanto, a análise geral sugere que o tom inconsistente da direção de Besson impede que o projeto se consolide como o romance gótico carregado de emoção que almejava ser.

Apesar da frieza da crítica, a recepção popular tem sido consideravelmente mais calorosa. A pontuação de audiência no mesmo site registra 76% de aprovação, indicando que a visão estilizada de Besson encontrou eco junto ao público geral, que parece ter abraçado a proposta visual e romântica do filme com mais facilidade do que os especialistas.

O lançamento do filme seguiu uma estratégia global bastante atípica e espaçada. Enquanto na França, terra natal do diretor, a estreia ocorreu em 30 de julho do ano passado, o filme só agora está chegando ao circuito comercial dos Estados Unidos. No Brasil, a distribuição também fugiu do padrão dos grandes lançamentos: a produção não passou pelas salas de cinema, chegando diretamente ao mercado digital.

Drácula: Uma História de Amor Eterno já está disponível no Brasil para aluguel e compra em plataformas de streaming on demand.

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