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Dragon Age: The Veilguard foi destruído por “golpistas do YouTube” que incitaram o ódio ao jogo, mesmo sem jogá-lo, algo que a EA deveria ter previsto, pelo menos na visão de David Jaffe, criador de videogames (incluindo a aclamada franquia God of War) que nos últimos anos tem se dedicado a transmitir gameplays e comentar sobre jogos.
Jaffe está jogando o mais recente Dragon Age e, questionado por seus seguidores sobre o motivo, respondeu que muitas pessoas que nem sequer jogaram o jogo criaram ódio por ele simplesmente porque “golpistas do YouTube com muito carisma” decidiram espalhar ódio contra o jogo da BioWare.
Segundo ele, há uma parcela da comunidade que começou a atacar diversos projetos como parte de uma suposta missão para melhorar a indústria dos videogames, mas Jaffe diz que, na verdade, eles estão criando o oposto do que dizem ser sua missão.
A EA também não é isenta de culpa, pois Jaffe afirma que o “ataque” a Dragon Age: The Veilguard era facilmente previsível, algo que eles não se preocuparam em proteger.
Jaffe diz, inclusive, que a EA não atirou o tiro que matou o jogo, mas carregou a arma e deve assumir a responsabilidade.
Mais recente jogo da franquia, Dragon Age: The Veilguard já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series e PC via Steam e Epic Games Store.
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No jogo, Solas, o Dreadwolf e deus élfico da Trapaça nas lendas, quer derrubar o Véu que separa Thedas do mundo dos demônios, restaurando a imortalidade e glória de seu povo – mesmo que custe incontáveis vidas. No entanto, seu ritual dá errado e seus piores medos se realizam, libertando dois de seus adversários mais antigos e poderosos. Eles buscam apenas terminar o que começaram há milênios – a dominação completa e absoluta do nosso mundo.
Fonte: Euro Gamer