O site oficial da franquia Dragon Ball realizou um discussão com dois cientistas sobre como as Cápsulas Hoi-Poi poderiam existir no mundo real.
Ryosuke Yamamura, um pesquisador da Mercari Inc. e do Instituto de Pesquisa para uma Sociedade Inclusiva Através da Engenheira na Universidade de Tóquio, se juntou ao professor de Engenharia Elétrica e Sistemas de Informação na Universidade de Tóquio, Yoshihiro Kawahara, para a entrevista.
“Há alguns aspectos das Cápsulas Hoi-Poi que não seriam tão difíceis de construir, mas há outros que seriam extremamente difíceis de executar. Encolher algo é totalmente possível, mas tornar coisas pesadas mais leves? Isso seria difícil. Há muitas maneiras de quebrar um objeto em partículas, mas o mais próximo [de Dragon Ball] seria remodelar objetos em nível atômico.”, disse Yamamura.
Kawahara completou afirmando que única fazer isso seria usando fusão e fissão nuclear: “Mas esse tipo de método, algo que poderia remodelar os próprios átomos, exigiria fusão nuclear e fissão nuclear. Não tenho ideia de como poderíamos criar uma substância arbitrária com a tecnologia moderna.”
Em Dragon Ball, as Cápsulas Hoi-Poi são fabricadas pela Corporação Cápsula, fundada por Dr. Brief, o pai de Bulma. Elas servem para tornar objetos compactos e fáceis de transportar.
Leia mais sobre Dragon Ball:
- Acompanhe o Muramasa no Google News e não perca nada sobre Animes e Mangás!
- Dragon Ball GT | Dublagem dos episódios finais estreia na Crunchyroll
- Dragon Ball Super | Prévia do Capítulo 97 destaca Goten e Trunks contra Cell Max
Dragon Ball surgiu em 1984, sendo uma criação de Akira Toriyama, que anteriormente já tinha emplacado no Japão o sucesso Dr. Slump (também publicado aqui pela Panini).
Adaptando livremente o conto chinês Jornada ao Oeste, começa contando a história do pequeno Goku, um garoto com uma força extraordinária e um rabo de macaco, que viveu até então isolado da humanidade. Sua vida muda quando uma jovem aventureira chamada Bulma o conhece, procurando por uma das lendárias Esferas do Dragão.
Juntos, entram na busca pelas sete esferas existentes, que reunidas podem conceder qualquer desejo.
O título foi publicado pela primeira vez no Brasil em 2000, pela Conrad Editora, sendo ao lado de Cavaleiros do Zodíaco o primeiro mangá em sentido de leitura oriental no país.